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Implante Mamário de Poliuretano

Em 1984 a Silimed começou a fornecer para a América Latina implantes mamários com superfície revestida de espuma de poliuretano de procedência americana. Já em 1989 a SILIMED passou a fabricar os implantes mamários com superfície revestida de espuma de poliuretano, sendo hoje a única empresa deste segmento a produzir este implante.

Os implantes mamários revestidos com espuma de poliuretano são considerados os mais avançados do mundo devido às vantagens que apresenta. São os Implantes Mamários com os mais baixos índices de contratura capsular*, os que apresentam os melhores resultados estéticos, considerados mais naturais, são os mais indicados para casos de reconstrução mamária, os que tem mais estudos clínicos publicados, e não requerem massagem pós-operatória como os outros implantes.

Hoje a Silimed atua em mais de 60 países, comercializando os implantes mamários revestidos com espuma de poliuretano em toda a América Latina, Rússia, Israel, Alemanha, Cingapura, Portugal, Bélgica, Turquia, Itália entre outros. Todavia, em alguns países, como os Estados Unidos o poliuretano ainda não está disponível, pois ainda não temos o registro do FDA.

* Contratura capsular é um fenômeno de causa desconhecida, considerada estatisticamente a complicação mais recorrente nos implantes mamários de silicone.

Esse implante é indicado para aumento, reconstituição ou correção dos seios, em casos de hipomastia unilateral ou bilateral, e reconstruções mamárias.

É constituido de uma membrana de elastômero de silicone, química e mecanicamente resistente, fina, suave, a qual se adere uma espuma de poliuretano mediante um processo de vulcanização, que diminui o risco de formação de cápsula fibrótica entre a espuma de poliuretano e o implante.

A membrana contém um volume definido de gel de silicone transparente e de alta coesividade cuja forma, densidade e consistência se assemelham ao tecido humano correspondente à região implantada.

A linha Silimed deste implante, apresenta um conjunto diverso de formas e tamanhos que constam no catálogo de produtos, e que visam atender as diferentes necesidades das pacientes, sendo o resultado de anos de investigação junto à classe médica mundial. Para casos de reconstrução mamária, oferecemos em nossa linha de poliuretano, um grupo de produtos destinados à assistência do cirurgião durante procedimentos de reconstrução mamária, estes são os implantes mamários complementares, ou add-on, destinados ao preenchimento da região infraclavicular ou ao redor do implante.

Foram proibidos pelo FDA?

O Implante de Poliuretano nunca foi proibido pelo FDA. Seu fabricante se retirou voluntariamente do mercado quando a polêmica sobre o uso deste implante começou a se tornar pública nos Estados Unidos. Ainda assim, a própria FDA declarou em uma comunicação publicada na época que não havia nenhuma razão para que as pacientes portadoras destes implantes o removessem. Nesta mesma, lamentou-se que os resultados preliminares dos estudos se tornaram públicos antes de serem oficialmente publicados após análise da FDA, criando um clima de medo desnecessário nas pacientes.

São cancerígenos?

A idéia de que o TDA, liberado pelo Poliuretano seria cancerígeno foi descartada até mesmo pelo FDA em concordância com os recentes estudos realizados, conforme mostra o último comunicado desta agência a respeito do Implante de Poliuretano.

São muito caros?

O que representa um gasto um pouco mais alto se pensarmos na tranquilidade do paciente e maior segurança em manter bons resultados?

De acordo com as estatísticas mundiais, a incidência de contratura com os implantes lisos chega aos 50%, já com os implantes texturizados se encontra em torno de 8% a 10%, existindo, no entanto autores que dizem que a médio prazo este índice de contratura se assemelha com o implante liso. Com os implantes de Poliuretano estes índices se encontram em torno de 1% para cirurgias estéticas a 4% em cirurgias reparadoras.

Consequentemente, se a causa mais provável é a troca de implantes devido à incidência de contratura, se conclui que o gasto inicial mais elevado durante a seleção do implante é justificável, tornando-se uma vantagem para o paciente. Deve também ser considerado o bem-estar do paciente e a possibilidade de evitar novas intervenções cirúrgicas.

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